HÁ MUITO TEMPO existia num país do Extremo Oriente, hoje já meio obscurecido, um oráculo singular. O oráculo era constituído de três divindades: o Deus da Verdade, o Deus da Falsidade e o Deus da Diplomacia, bem diferente, pois, dos oráculos em geral, que tinham apenas uma divindade como intérprete. Estes deuses eram representados por três figuras sentadas em linha atrás de um altar, onde seus peticionários ficavam ajoelhados. Os deuses sempre estavam prontos a responder a seus solicitantes mortais. Mas, uma vez que era impossível determinar a identidade dos deuses porque a imagem dos três era parecida umas com as outras, ninguém podia saber qual dos deuses respondera a sua pergunta. A identificação era necessária, porque se a resposta fosse do Deus da Verdade, merecia crédito; se fosse do Deus da Falsidade, fatalmente seria incorreta; e se fosse do Deus da Diplomacia, poderia ser ou não correta. Essa confusão naturalmente não fazia desistir a multidão que procurava os conselhos ao oráculo e criou uma rendosa fonte de renda para os sacerdotes do templo, que, por bom preço, estavam sempre dispostos a interpretar as pronúncias do oráculo.
Certo dia, entretanto, chegou ao povoado um sacrílego meio aluado disposto a desbancar os sacerdotes e os homens mais sábios daquelas paragens, descobrindo a identidade de cada um dos deuses.
Já no templo, perante o altar, ele pergunta à figura da esquerda:
- Quem está mais próximo de você?
- O DEUS DA VERDADE – foi a resposta.
- E você, quem é? – perguntou à imagem do meio.
- O DEUS DA DIPLOMACIA – respondeu-lhe a imagem.
- Quem senta mais próximo de você? – perguntou à imagem da direta.
- O DEUS DA FALSIDADE – ouviu da imagem.
- Heureca! Já sei a solução do enigma! – regozijou-se o aluado. E imediatamente estabeleceu-se fora do templo, com o privilégio da interpretação, tirando completamente os sacerdotes da jogada, mediante a exatidão sobrenatural de suas interpretações às respostas dadas.
E você, será capaz de descobrir a identidade de cada um dos deuses, mediante suas respostas, como fez o vivaldino da lenda?
* Um cantinho de diversão, trazendo poesia, cultura, humor e coisas diversas. Aqui o mundo mágico, dedicado à Lua, é indestrutível. Atualizado semanalmente. Comente e colabore!
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
SOLUÇÃO
EXPLICAÇÃO: o primeiro deus diz que ao seu lado está o da Verdade e o terceiro diz que perto está o da Falsidade. Assim, pelo menos um deles está mentindo. O segundo deus não pode ser o da Verdade, pois, se fosse, não responderia que é o deus da diplomacia. Portanto, o primeiro deus também não pode ser o da Verdade, pois, caso fosse, não responderia que ao seu lado está o deus da Verdade. Assim, o deus da Verdade só pode ser o terceiro. Logo, se o terceiro deus é o que diz a verdade, o da Falsidade é o segundo e o primeiro, o da Diplomacia.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
PIADAS

O VELHO mágico encontra um amigo na rua.
- Rapaz, quanto tempo! Como vai sua mágica?
- Parei...
- Que pena! E a sua mulher, aquela que você serrava em duas no palco?
- A gente se separou...
- Jura? E onde ela está morando?
- Metade no Rio, metade em São Paulo.
CLEPTOMANÍACO
TEM A HISTÓRIA do cleptomaníaco que foi ao médico. Você sabe o que é cleptomaníaco? É aquele sujeito que tem mania de roubar. Tudo que ele vê, ele rouba. Pois esse cleptomaníaco resolveu ir ao médico e pedir ajuda. Depois de ouvir sua história, o médico disse:
- Tome essas pílulas que você vai sarar.
Desconfiado, o paciente falou:
- Saro mesmo, doutor?
- Claro, meu filho.
- E se eu tiver uma recaída?
- Ah... nesse caso, vê se me arranja um aparelho de DVD japonês, bem novinho.
CASA DA MÃE
MULHER falando pro marido:
- Não aguento mais essa vida. Vou pra casa da mamãe!
E o marido:
- Eu também vou. A sua mãe, pelo menos, sabe cozinhar.
MENDIGOS
UM MENDIGO pro outro mendigo, bem velhinho:
- Como é que você conseguiu viver tantos anos.
E o velhinho:
- É que eu não tenho onde cair morto.
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
UM BELO TRABALHO
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
EMOÇÃO NAS PISTAS

NEED FOR SPEED: O Need For Speed Pro Street (NFS:PS) é um jogo de corridas da série popular de jogos da Eletronic Arts. Ele é semelhante aos jogos da série Gran Turismo e da série Burnout. Nada de fugir da lei (a polícia ficou de fora em "Pro Street"). O foco está muito mais direcionado ao desempenho, com corridas e eventos em locais adequados e totalmente legalizadas. Por isso, a experiência está mais realista e interessante que em "Underground" e "Most Wanted", por exemplo. As provas acontecem em eventos em locais icônicos ao redor do globo. Experimente!
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
HUMOR
PENSANDO EM CASAR
- QUERIDA, convidei um amigo para vir jantar aqui hoje.
- O quê? Ficou louco? A casa está uma bagunça, eu não fui às compras, a louça está suja e não tenho disposição para cozinhar algo especial. Então por que é que o convidou?
- Porque o coitado está pensando em casar.
PÍLULA COM DIARRÉIA
UMA LOURA pergunta a outra:
- Você acha que há problema se tomar pílula com diarréia?
A outra, ainda mais loura, responde:
- Acho que não. Mas porque é que você não toma com água?
NO AEROPORTO
O PORTUGUÊS estava para pegar um avião para visitar Portugal, quando uma coisa no aeroporto chamou sua atenção. Era um computador com voz que identificava os passageiros por um novo sistema de reconhecimento de imagem. Assim que ele passou, o computador acusou:
- Manuel, 52 anos, português, casado, passageiro do vôo 455 da TAP.
Impressionado, Manuel foi ao banheiro, raspou o bigode e mudou de camisa. Ao passar pelo computador, a voz ecoou novamente:
- Manuel, 52 anos, português, casado, passageiro do vôo 455 da TAP.
Mas Manoel não se deu por vencido. Voltou ao banheiro e passou maquiagem, colocou uma peruca ruiva e um vestido. A máquina acusou de novo:
- Manuel, 52 anos, português, casado, que por causa dessa viadagem acaba de perder o vôo 455 da TAP.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
A HISTÓRIA DA "TERCEIRA VEZ"
UMA MOÇA de uns 20 anos teve seu casamento arranjado por seu pai – um clássico machão do interior – e foi conhecer seu futuro marido apenas no altar. O noivo era um machão mais rude ainda, amigo do pai dela e uns 25 anos mais velho. Casaram sem trocar uma só palavra e saíram de carroça para a lua-de-mel. Quando o cavalo tropeçou num buraco, seu marido falou: “Primeira vez”.
Ela se assustou com o tom de voz do marido e continuou calada. Mais uns metros à frente, o cavalo tropeçou de novo e o maridão berrou: “Segunda vez”. Era também a segunda vez que a mocinha ouvia a voz daquele que seria seu cônjuge para o resto de sua vida!
Surpreendentemente, o cavalo tropeçou pela terceira vez. O machão, ao invés de falar algo, sacou seu revólver e deu seis tiros no coitado do bicho, que morreu na hora. A moça começou a berrar, dizendo que havia se casado com um monstro, etc. e tal, quando seu marido se vira e diz “Primeira vez”.
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