Mas não há mal que sempre dure, nem bem que nunca se acabe. O dragão da inveja, do veneno, se atirou nas línguas de algumas pessoas do reino das colunas, corroendo o espírito love da menina dos cabelos-cascata. She felt a lot. Ela enrijeceu seu coração, que ficou sem cor e ação, armadura-X, defesa de uma amazona do Zodíaco, pétalas de Quero-Paz. No casulo, o sorriso se emaranhou, se prendeu, sumiu. Give it to no one.
O menino louquinho logo percebeu. E sofreu. Heart broken. Antes, ele não sabia o quão importante era ver aqueles dentes amigos à mostra. Sorriso sincero.
Sem sorriso, como contar-lhe suas novidades (ou mesmo suas little pumpkins) e ouvir as dela? Em boca fechada não entra amigo. E como entender a perda de um sorriso? O menino chato, menestrel de araque, arauto das piadas sem graça, procurou apoio de outras fontes, que certamente lhe deram de beber, como a lovely Cris-ântemo. Foi um alívio, mas não aplacava a sede de um sorriso especial, como para o Pequeno Príncipe era o riso de bilhões de estrelas, traduzido no doce tilintar de guizos.
O tempo, mestre de da magia, Senhor de todas as curas, porém, não demorou a despejar com leveza, como os acordes de uma melodia angelical, a areia quente e fraterna da bonança-pós-tempestade. Sem mais, nem menos, nem + ou -, ficou tudo =. O sorriso especial estava de volta: give it to me! Back to the present. De onde nunca deveria ter saído.