quarta-feira, 30 de março de 2011

PIADAS

CHORO                                                           

O MARIDO pergunta à mulher:
- Querida, quando eu morrer você vai chorar muito?
- Claro, querido. Você sabe que eu choro por qualquer besteira.

GASTANDO DINHEIRO

ELA: - Você não gosta de mim!
Ele: - Você só está nervosa. Por que você não compra alguma coisa para se
sentir melhor?
Ela: - Como o quê?
Ele: - Que tal uma viagem pela Europa?
Ela: - Não.
Ele: - Que tal um novo Mercedes?
Ela: - Não.
Ele: - Então, o que você quer?
Ela: - O divórcio.
Ele: (pausa) – Eu não estava pensando em gastar tanto dinheiro.

CAVALO

O SUJEITO estava lendo tranquilo o seu jornal, quando a mulher lhe dá com a frigideira na cabeça.
- Você está maluca? – reagiu ele furioso.
- Isso é pelo bilhete que eu encontrei no bolso da sua calça, com o telefone de uma tal de Marilu.
- Mas querida... isso foi no dia em que eu fui à corrida de cavalos. Marilu foi o cavalo que eu apostei e o número era o valor da aposta.
A mulher ficou toda desconcertada e desdobrou-se em desculpas.
Dias depois, ele estava novamente lendo o seu jornal e pimba, leva outra frigideira na cabeça.
- O que foi agora, querida? – protestou ele.
- O seu cavalo está ao telefone.

PIRATA

terça-feira, 29 de março de 2011

segunda-feira, 28 de março de 2011

O SAMURAI



VIVIA PERTO perto de Tóquio um grande samurai, já idoso, que agora se dedicava a ensinar o zen aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário. 
Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por ali. Era famoso por utilizar a técnica da provocação: esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de uma inteligência privilegiada para reparar os erros cometidos, contra-atacava com velocidade fulminante. O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta. Conhecendo a reputação do samurai, estava ali para derrotá-lo e aumentar sua fama.
Todos os estudantes se manifestaram contra a ideia, mas o velho aceitou o desafio. Foram todos para a praça da cidade e o jovem começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive seus ancestrais. Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho mestre permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo- se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.
Desapontados pelo fato de o mestre ter aceito tantos insultos e provocações, os alunos perguntaram:
- Como o senhor pode suportar tanta indignidade? Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que poderia perder a luta, ao invés de mostrar-se covarde diante de todos nós?
- Se alguém chega até você com um presente e você não o aceita, a quem pertence o presente? - perguntou o velho samurai
- A quem tentou entregá-lo - respondeu um dos discípulos.
- Pois o mesmo vale para a inveja, a raiva, e os insultos - disse o mestre. Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo. A sua paz interior depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a calma, a não ser que você permita...

sexta-feira, 25 de março de 2011

LIGA DAS NAÇÕES

GATO-DO-MATO, jaguatirica e irara receberam um convite da onça para constituírem a Liga das  Nações.
- Aliemo-nos e cacemos juntos, repartindo a presa irmãmente, de acordo com os nossos direitos.
- Muito bem! - exclamaram os convidados. - Isso resolve todos os problemas da nossa vida.
E sem demora puseram-se a fazer a experiência do novo sistema. Corre que corre, cerca daqui, cerca dali, caiu-lhes nas unhas um pobre veado. Diz a onça:
- Já que somos quatro, toca a reparti-lo em quatro pedaços.
- Ótimo!
Repartiu a presa em quatro partes e, tomando uma, disse:
- Cabe a mim este pedaço, como rainha que sou das florestas.
Os outros concordaram e a onça retirou a sua parte.
- Este segundo também me cabe porque me chamo onça.
Os sócios entreolharam-se.
- E este terceiro ainda me pertence de direito, visto como sou mais forte do que todos vós.
A irara interveio:
- Muito bem. Ficas com três pedaços, concordamos (que remédio!); mas o quarto tem que ser dividido entre nós.
- Às ordens! - exclamou a onça. - Aqui está o quarto pedaço às ordens de quem tiver a coragem de agarrá-lo.
E arreganhando os dentes assentou as patas em cima.
Os três companheiros só tinham uma coisa a fazer: meter as caudas entre as pernas. Assim fizeram e sumiram, jurando nunca mais entrar em Liga das Nações com onça dentro.

Monteiro Lobato

Esta fábula satiriza a hipocrisia das grandes nações (representadas pela onça), que falam em pactos e acordos, mas, na hora H, empregam a força para fazer prevalecer seus interesses.


terça-feira, 22 de março de 2011

PIADAS

CARTAS PARA A LUA  

O SUJEITO estava prestando um concurso para carteiro. A primeira questão da prova era uma pergunta sobre a distância entre a Terra e a Lua. Ao lê-la, ele levantou-se e devolveu a prova em branco para o examinador:
- Se é para trabalhar nesse percurso, eu desisto do emprego.

O PREÇO DE UMA CARTA

MANUEL resolve falar com o carteiro, para tirar uma dúvida:
- Por gentileza, quanto custa mandar uma carta pelo correio?
- Ah, só uns 15 centavos.
- Hum...e o baralho inteiro?

BÊBADOS GAGOS

TINHAM dois bêbados gagos.Um perguntou para o outro:
- E a-aii, voc-cê g-gosta de-e fofoca?
E o outro:
- N-não, pre-eefi-iro pin-pinguim.

BÊBADO PEDINDO ESMOLA

O MENDIGO bêbado chega e pede uma esmola para a senhora. E ela fala para ele:
- Ao invés de pedir esmola, por que você não vai trabalhar?
E ele responde:
- Dona, eu tô pedindo esmola, não conselho.

sábado, 12 de março de 2011

A HISTÓRIA DO MENINO QUE PERDEU UM SORRISO

EM GREENVILLE, verdes paragens ornadas por arranha-céus e vales com avenidas cheias
de movimento de carros, havia um lindo pôr-de-sol. Havia ares de civilização sem contrastar, porém, com a bucolidade de grama e arvoredos. Havia uma fábrica, na qual trabalhava um bobo. Um bobo da corte, que não era, of course, a do King Arthur. Homem-menino, ele era página de humor na incessante fábrica de letras. Afinal, trabalhar, mais do que uma atividade produtiva, era para ele também lazer. Sorria e raras vezes exibia uma cara fechada, cara de tilda (!?).

Certo dia apareceu no canteiro de obras uma flor diferente. Daquelas que não se fazem notar, mas são notáveis. O menino sem juízo foi se aproximando e a menina dos cachinhos idem. Uma ajuda aqui, um pedido ali, uma conversinha acolá, eles foram se cativando, raposa e princesa. Quando menos o maluquinho esperava, aquele sorriso carinhoso da menina dos cabelos-caracol já era festa, uma coisa especial, aguardada, querida.

Mas não há mal que sempre dure, nem bem que nunca se acabe. O dragão da inveja, do veneno, se atirou nas línguas de algumas pessoas do reino das colunas, corroendo o espírito love da menina dos cabelos-cascata. She felt a lot. Ela enrijeceu seu coração, que ficou sem cor e ação, armadura-X, defesa de uma amazona do Zodíaco, pétalas de Quero-Paz. No casulo, o sorriso se emaranhou, se prendeu, sumiu. Give it to no one.

O menino louquinho logo percebeu. E sofreu. Heart broken. Antes, ele não sabia o quão importante era ver aqueles dentes amigos à mostra. Sorriso sincero.

Sem sorriso, como contar-lhe suas novidades (ou mesmo suas little pumpkins) e ouvir as dela? Em boca fechada não entra amigo. E como entender a perda de um sorriso? O menino chato, menestrel de araque, arauto das piadas sem graça, procurou apoio de outras fontes, que certamente lhe deram de beber, como a lovely Cris-ântemo. Foi um alívio, mas não aplacava a sede de um sorriso especial, como para o Pequeno Príncipe era o riso de bilhões de estrelas, traduzido no doce tilintar de guizos.

O tempo, mestre de da magia, Senhor de todas as curas, porém, não demorou a despejar com leveza, como os acordes de uma melodia angelical, a areia quente e fraterna da bonança-pós-tempestade. Sem mais, nem menos, nem + ou -, ficou tudo =. O sorriso especial estava de volta: give it to me! Back to the present. De onde nunca deveria ter saído.

PIADAS


ÍNDIOS       
     
UM MOTORISTA bêbado estava na contramão numa rua de mão única, quando um policial o deteve:
- Você não viu a seta, rapaz?
- A seta? – respondeu, incrédulo, o jovem bêbado. – Pois eu não vi nem os índios.

CONTAGEM REGRESSIVA

O MÉDICO chega para o paciente e diz:
- Lamento informar, mas o senhor vai morrer dentro de pouco tempo.
- Oh, meu Deus! Que notícia horrível! Quanto tempo eu ainda tenho de vida?
- Dez.
- Dez o quê? Dez meses, dez semanas?
- Nove... oito... sete... seis... cinco...

VASSOURA QUEBRADA

DOIS AMIGOS, há muito tempo sem se verem, conversam:
- Estou casado há um ano e já não agüento mais minha sogra. Ela inferniza nossas vidas.
- Pois eu também estou casado há um ano e minha sogra caiu do céu.
- Que é isso? Ela é tão boa assim?
- Não, a vassoura quebrou.

quarta-feira, 2 de março de 2011

ADIVINHAS


1 - O que é rodapé?
2 - O que um porco espinho fala para o outro quando se abraçam?
3 - Construíram um templo no fundo do mar. E quem foi convidado para ser o sacerdote?


ADIVINHAS

RESPOSTAS

1 - Aquele que tinha um carro e agora roda a pé.
2 - Ai! Ui! Ai! Ui!
3 - O polvo. Porque a voz do polvo (povo) é a voz de Deus.