terça-feira, 23 de novembro de 2010

A HISTÓRIA DO RUIM E DO PÉSSIMO

QUANDO se tem duas más notícias para se dar a um cliente e não se sabe por onde começar, o melhor é recorrer a esta história:
Um médico liga para um de seus pacientes e diz:
- Sr. Fulano, analisando seus exames, tenho duas notícias para lhe dar, sendo uma ruim e uma péssima.
O coitado do paciente prefere ouvir primeiro a ruim. E o médico diz:
- A ruim é que o senhor só tem 24 horas de vida. E a péssima é que estou tentando lhe avisar desde ontem e não tenho conseguido lhe encontrar em casa...
Esta história ajuda a quebrar o gelo e a preparar o espírito de quem vai receber a “bomba”... (ou as “bombas”).

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

O BURRO SÁBIO

NO TEMPO EM que os animais falavam, uma assembleia de bichos se reuniu para resolver certa questão.
Compareceu, sem ser convidado, o burro e, pedindo a palavra, pronunciou longo discurso, fingindo-se estadista. Mas só dissera asneiras. Foi um zurrar sem conta.
Quando concluiu, ficou à espera dos aplausos, mas o elefante, espichando a tromba para o seu lado, disse:
- Grande pedaço de asno! Roubaste o tempo, a nós e a ti. A nós, porque o perdemos a ouvir asneiras; e a ti, porque muito mais lucrarias se o empregasses em pastar. Toma lá este conselho:
Um tolo nunca é mais tolo do que quando se mete a sábio!

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

QUAL O NOME DO FILME?

1 - Alguém senta-se em cima de um cachorro. Qual o nome do filme?

2 - Um homem sem braços casa-se com uma mulher sem braços e tem um filho. Qual o nome do filme?

3 - Um homem passou numa quitanda, comprou um pé de alface e antes de ir para casa resolveu ir ao cinema. Para não ser barrado na entrada do cinema, decidiu esconder o pé de alface nas costas, por baixo da camisa. Qual o nome do filme?

RESPOSTAS

1 - SENTO EM UM DÁLMATA (101 Dálmatas).
2 - NINGUÉM SEGURA ESSE BEBÊ.
3 - ALFACE OCULTA (A Face Oculta).

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

A FORMIGA E A POMBA

UMA FORMIGA foi à margem do rio para beber água e, sendo arrastada pela forte correnteza, estava prestes a se afogar.
Uma pomba que estava numa árvore sobre a água arrancou uma folha e deixou-a cair na correnteza perto dela. A formiga subiu na folha e flutuou em segurança até a margem.
Pouco tempo depois, um caçador de pássaros veio por baixo da árvore e se preparava para colocar varas com visgo perto da pomba, que repousava nos galhos, alheia ao perigo.
A formiga, percebendo sua intenção, deu-lhe uma ferroada no pé. Ele repentinamente deixou cair sua armadilha e isso deu chance para que a pomba voasse para longe a salvo.

Autor: Esopo

Moral da história: Quem é grato de coração sempre encontrará oportunidades para mostrar sua gratidão.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

COMPORTAMENTO MUNDO AFORA


1- SE BATER aquela fome e você estiver no Egito, controle-se. Deixar um pouco de comida no prato é símbolo de abundância e um elogio ao anfitrião.

2- QUANDO você receber um cartão de visitas de um japonês, fique segurando-o na mão. Colocá-lo no bolso ou escrever sobre ele é considerada uma grosseria.

3- OS ORIENTAIS dão enorme importância à troca de presentes. Ao presenteá-los, entregue com as duas mãos e jamais use uma embalagem branca (essa é a cor do luto por lá). Não espere que abram o pacote na sua frente. Para eles, isso significa dar muita atenção ao objeto e não àquilo que seria verdadeiramente importante: a intenção.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

PENSAMENTOS

SEMPRE que possível, converse com um saco de cimento.
Nessa vida só devemos acreditar no que é concreto.

SE CHIAR resolvesse, sal de frutas não morria afogado.

QUEM tem olho gordo, usa colírio diet.

TUDO na vida muda, até a surda muda.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

MAFALDA

Mãe: Mafalda, estou indo fazer compras. Não abra a porta, não importa quem seja, Okay?
Mafalda: Okay!
Mafalda: MÃEEE! E se for a Felicidade?

terça-feira, 28 de setembro de 2010

A HISTÓRIA DO MENINO QUE PERDEU UM SORRISO

Em Greenville, verdes paragens ornadas por arranha-céus e vales com avenidas cheias de movimento de carros, havia um lindo pôr-de-sol. Havia ares de civilização sem contrastar, porém, com a bucolidade de grama e arvoredos. Havia uma fábrica, na qual trabalhava um bobo. Um bobo da corte, que não era, of course, a do King Arthur. Homem-menino, ele era página de humor na incessante fábrica de letras. Afinal, trabalhar, mais do que uma atividade produtiva, era para ele também lazer. Sorria e raras vezes exibia uma cara fechada, cara de tilda (!?).
Certo dia apareceu no canteiro de obras uma flor diferente. Daquelas que não se fazem notar, mas são notáveis. O menino sem juízo foi se aproximando e a menina dos cachinhos idem. Uma ajuda aqui, um pedido ali, uma conversinha acolá, eles foram se cativando, raposa e princesa. Quando menos o maluquinho esperava, aquele sorriso carinhoso da menina dos cabelos-caracol já era festa, uma coisa especial, aguardada, querida.
Mas não há mal que sempre dure, nem bem que nunca se acabe. O dragão da inveja, do veneno, se atirou nas línguas de algumas pessoas do reino das colunas, corroendo o espírito love da menina dos cabelos-cascata. She felt a lot. Ela enrijeceu seu coração, que ficou sem cor e ação, armadura-X, defesa de uma amazona do Zodíaco, pétalas de Quero-Paz. No casulo, o sorriso se emaranhou, se prendeu, sumiu. Give it to no one.
O menino louquinho logo percebeu. E sofreu. Heart broken. Antes, ele não sabia o quão importante era ver aqueles dentes amigos à mostra. Sorriso sincero.
Sem sorriso, como contar-lhe suas novidades (ou mesmo suas little pumpkins) e ouvir as dela? Em boca fechada não entra amigo. E como entender a perda de um sorriso? O menino chato, menestrel de araque, arauto das piadas sem graça, procurou apoio de outras fontes, que certamente lhe deram de beber, como a lovely Cris-ântemo. Foi um alívio, mas não aplacava a sede de um sorriso especial, como para o Pequeno Príncipe era o riso de bilhões de estrelas, traduzido no doce tilintar de guizos.
O tempo, mestre de da magia, Senhor de todas as curas, porém, não demorou a despejar com leveza, como os acordes de uma melodia angelical, a areia quente e fraterna da bonança-pós-tempestade. Sem mais, nem menos, nem + ou -, ficou tudo =. O sorriso especial estava de volta: give it to me! Back to the present. De onde nunca deveria ter saído.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

ESTUDANTE ÁRABE

Um estudante árabe envia um e-mail para o seu pai, dizendo:

“Pai,
Berlim é linda, as pessoas são muito boas e eu gosto muito daqui, mas, pai, eu estou um pouco envergonhado ao chegar na universidade com meu Ferrari 599 GTB de ouro puro, enquanto meus professores e muitos dos meus amigos estudantes vão para a escola de trem.

Seu filho,
Nasser”

No dia seguinte, Nasser recebe do pai a resposta de seu e-mail:

“Meu caro e amado filho,
Transferi vinte milhões de dólares americanos para sua conta. Pare de se envergonhar. Vá e compre um trem pra você também.

Com amor,
Seu pai”