sábado, 12 de março de 2011

A HISTÓRIA DO MENINO QUE PERDEU UM SORRISO

EM GREENVILLE, verdes paragens ornadas por arranha-céus e vales com avenidas cheias
de movimento de carros, havia um lindo pôr-de-sol. Havia ares de civilização sem contrastar, porém, com a bucolidade de grama e arvoredos. Havia uma fábrica, na qual trabalhava um bobo. Um bobo da corte, que não era, of course, a do King Arthur. Homem-menino, ele era página de humor na incessante fábrica de letras. Afinal, trabalhar, mais do que uma atividade produtiva, era para ele também lazer. Sorria e raras vezes exibia uma cara fechada, cara de tilda (!?).

Certo dia apareceu no canteiro de obras uma flor diferente. Daquelas que não se fazem notar, mas são notáveis. O menino sem juízo foi se aproximando e a menina dos cachinhos idem. Uma ajuda aqui, um pedido ali, uma conversinha acolá, eles foram se cativando, raposa e princesa. Quando menos o maluquinho esperava, aquele sorriso carinhoso da menina dos cabelos-caracol já era festa, uma coisa especial, aguardada, querida.

Mas não há mal que sempre dure, nem bem que nunca se acabe. O dragão da inveja, do veneno, se atirou nas línguas de algumas pessoas do reino das colunas, corroendo o espírito love da menina dos cabelos-cascata. She felt a lot. Ela enrijeceu seu coração, que ficou sem cor e ação, armadura-X, defesa de uma amazona do Zodíaco, pétalas de Quero-Paz. No casulo, o sorriso se emaranhou, se prendeu, sumiu. Give it to no one.

O menino louquinho logo percebeu. E sofreu. Heart broken. Antes, ele não sabia o quão importante era ver aqueles dentes amigos à mostra. Sorriso sincero.

Sem sorriso, como contar-lhe suas novidades (ou mesmo suas little pumpkins) e ouvir as dela? Em boca fechada não entra amigo. E como entender a perda de um sorriso? O menino chato, menestrel de araque, arauto das piadas sem graça, procurou apoio de outras fontes, que certamente lhe deram de beber, como a lovely Cris-ântemo. Foi um alívio, mas não aplacava a sede de um sorriso especial, como para o Pequeno Príncipe era o riso de bilhões de estrelas, traduzido no doce tilintar de guizos.

O tempo, mestre de da magia, Senhor de todas as curas, porém, não demorou a despejar com leveza, como os acordes de uma melodia angelical, a areia quente e fraterna da bonança-pós-tempestade. Sem mais, nem menos, nem + ou -, ficou tudo =. O sorriso especial estava de volta: give it to me! Back to the present. De onde nunca deveria ter saído.

PIADAS


ÍNDIOS       
     
UM MOTORISTA bêbado estava na contramão numa rua de mão única, quando um policial o deteve:
- Você não viu a seta, rapaz?
- A seta? – respondeu, incrédulo, o jovem bêbado. – Pois eu não vi nem os índios.

CONTAGEM REGRESSIVA

O MÉDICO chega para o paciente e diz:
- Lamento informar, mas o senhor vai morrer dentro de pouco tempo.
- Oh, meu Deus! Que notícia horrível! Quanto tempo eu ainda tenho de vida?
- Dez.
- Dez o quê? Dez meses, dez semanas?
- Nove... oito... sete... seis... cinco...

VASSOURA QUEBRADA

DOIS AMIGOS, há muito tempo sem se verem, conversam:
- Estou casado há um ano e já não agüento mais minha sogra. Ela inferniza nossas vidas.
- Pois eu também estou casado há um ano e minha sogra caiu do céu.
- Que é isso? Ela é tão boa assim?
- Não, a vassoura quebrou.

quarta-feira, 2 de março de 2011

ADIVINHAS


1 - O que é rodapé?
2 - O que um porco espinho fala para o outro quando se abraçam?
3 - Construíram um templo no fundo do mar. E quem foi convidado para ser o sacerdote?


ADIVINHAS

RESPOSTAS

1 - Aquele que tinha um carro e agora roda a pé.
2 - Ai! Ui! Ai! Ui!
3 - O polvo. Porque a voz do polvo (povo) é a voz de Deus.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

MEIO AMBIENTE


Ou a gente cuida ou...

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

A BORBOLETA AZUL

 

HAVIA um viúvo que morava com suas duas filhas curiosas e inteligentes. As meninas sempre faziam muitas perguntas. Algumas ele sabia responder, outras não. Como pretendia oferecer a elas a melhor educação, mandou as meninas passarem férias com um sábio que morava no alto de uma colina. O sábio sempre respondia todas as perguntas sem hesitar.

Impacientes com o sábio, as meninas resolveram inventar uma pergunta que ele não saberia responder. Então, uma delas apareceu com uma linda borboleta azul que usaria para pregar uma peça no sábio.
- O que você vai fazer? - perguntou a irmã.
- Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar se ela está viva ou morta. Se ele disser que ela está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar. Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la e esmagá-la. E, assim, qualquer resposta que o sábio nos der estará errada.
As duas meninas foram então ao encontro do sábio, que estava meditando.
- Tenho aqui uma borboleta azul. Diga-me sábio, ela está viva ou morta?
Calmamente o sábio sorriu e respondeu:
- Depende de você...ela está em suas mãos.

Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro.
Não devemos culpar ninguém quando algo dá errado.
Somos nós os responsáveis por aquilo que conquistamos (ou não conquistamos).
Nossa vida está em nossas mãos, como a borboleta azul...
Cabe a nós escolher o que fazer com ela.

PIADAS

GRANDE FAMÍLIA


QUANDO o jovem Paulo Brito foi pedir a mão de sua amada em casamento, o futuro sogro lhe perguntou:
- Então, você tem condições de sustentar uma família grande?
- Tenho sim.
- Ótimo, somos nove.



TITANIC

UM CHINÊS entra num bar na América do Norte, tarde da noite, e encontra Steven Spielberg. Fã incondicional do grande diretor, ele pede um autógrafo.
Em vez disso, Spielberg o esbofeteia e diz:
- Vocês, chineses, bombardearam Pearl Harbour, caia fora daqui!
O chinês, atônito, responde:
- Não fomos nós e, sim, os japoneses.
- Chineses, japoneses, povo de Formosa, vocês são todos iguais -, replicou Spielberg.
O chinês, à guisa de resposta, aplicou-lhe uma tapona e disse:
- Você afundou o Titanic. Antepassados meus estavam naquele navio.
Spielberg, surpreso, replicou:
- Foi um iceberg que afundou o navio, e não eu.
E o chinês encerrou o papo:
- Iceberg, Spielberg, Carlsberg, é tudo a mesma coisa.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

PIADAS


NO QUARTEL
Imagem

SARGENTO: - Quem foi o idiota que o mandou sair de forma?
Soldado: - Foi o comandante.
Sargento: - Detido por 10 dias por chamar o comandante de idiota.

LÓGICA

FORASTEIRO: - Garoto, pode me informar onde é que se faz a barba neste povoado?
O garoto: - Na cara, meu senhor.


RELÓGIO

E O RELÓGIO daquele homem adiantava tanto que quando ele foi ao enterro de um amigo este ainda não havia morrido.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

HUMOR

Mafalda, de Quino

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

PIADAS

NA GUERRA

A TIA PERGUNTA para o sobrinho:
- Juquinha, o que você quer ser quando crescer?
- Eu quero ser soldado?
- Não Juquinha, ser soldado é muito perigoso. Se você for para a guerra, o inimigo pode te matar.
- Então eu quero ser o inimigo.

DOIS SOLDADOS

DOIS SOLDADOS trocam ideias:
- Então, por que você se alistou?
- Porque sou solteiro e gosto de guerra. E você?
- Porque sou casado e gosto de paz!

A BOLINHA PERDIDA

CINEMA escuro. De repente, ouve-se uma voz de um menino:
- Mãe, eu perdi a minha bolinha.
- Fala baixo, meu filho. Deixe acabar o filme. Quando acender a luz, a mamãe acha a sua bolinha.
- Eu quero minha bolinha, mãe!
- Fica quietinho, meu filho.
- Manhê! Eu não estou achando a minha bolinha.
- A gente procura depois, meu filho.
As pessoas que estavam no cinema começaram a gritar:
- Silêncio!
- Tira esse menino do cinema!
- Acende a luz!
- Procura logo a bolinha desse chato para a gente ver o filme sossegado!
Acenderam a luz e todo mundo ficou procurando a bolinha. Ninguém achou.
- Não achamos a sua bolinha, meu filho. Você viu. Todo mundo procurou.
- Não tem importância – disse o menino.
Aí se sentou em sua cadeira, encolheu os ombros, enfiou o dedo no nariz e disse:
- Eu faço outra.