* Um cantinho de diversão, trazendo poesia, cultura, humor e coisas diversas. Aqui o mundo mágico, dedicado à Lua, é indestrutível. Atualizado semanalmente. Comente e colabore!
quarta-feira, 13 de abril de 2011
quarta-feira, 6 de abril de 2011
PIADAS
TRABALHO FEIO
A PROFESSORA diz para Joãozinho:
- Seu trabalho está uma porcaria!
E Joãozinho respondeu:
- Xiiiiii... A minha mãe não vai gostar disso.
A professora disse:
- Eu não tenho nada a ver com isso. Ninguém mandou você fazer um trabalho tão feio!
- Sabe o que é, professora? É que foi minha mãe que fez o trabalho pra mim...
SURRA
O PAI do Joãozinho ficou apavorado quando o garoto lhe mostrou o boletim:
- Na minha época as notas baixas eram punidas com uma boa surra!
E o Joãozinho responde:
- Legal, pai! Vamos pegar o professor na saída amanhã!
ACERTOU
A PROFESSORA do Juquinha mandou ele falar dois pronomes:
- Quem, eu? - perguntou o Juquinha.
- Acertou, pode se sentar.
AUTO
A PROFESSORA pergunta ao Benezinho:
- O que é uma autobiografia?
- Hum... Seria a história da vida de um automóvel
OBEDIENTE
A PROFESSORA perguntou:
- Quem quer ir para o céu?
Todos levantaram a mão, menos Joãozinho.
- Por que você não que ir para o céu, João? - perguntou a professora com ar desconfiado.
E o menino retrucou:
- É que a minha mãe pediu para que quando acabasse a aula eu fosse direto para casa.
quarta-feira, 30 de março de 2011
PIADAS
CHORO 
O MARIDO pergunta à mulher:
- Querida, quando eu morrer você vai chorar muito?
- Claro, querido. Você sabe que eu choro por qualquer besteira.
GASTANDO DINHEIRO
ELA: - Você não gosta de mim!
Ele: - Você só está nervosa. Por que você não compra alguma coisa para se
sentir melhor?
Ela: - Como o quê?
Ele: - Que tal uma viagem pela Europa?
Ela: - Não.
Ele: - Que tal um novo Mercedes?
Ela: - Não.
Ele: - Então, o que você quer?
Ela: - O divórcio.
Ele: (pausa) – Eu não estava pensando em gastar tanto dinheiro.
CAVALO
- Mas querida... isso foi no dia em que eu fui à corrida de cavalos. Marilu foi o cavalo que eu apostei e o número era o valor da aposta.
A mulher ficou toda desconcertada e desdobrou-se em desculpas.
Dias depois, ele estava novamente lendo o seu jornal e pimba, leva outra frigideira na cabeça.
- O que foi agora, querida? – protestou ele.
- O seu cavalo está ao telefone.
O MARIDO pergunta à mulher:
- Querida, quando eu morrer você vai chorar muito?
- Claro, querido. Você sabe que eu choro por qualquer besteira.
GASTANDO DINHEIRO
ELA: - Você não gosta de mim!
Ele: - Você só está nervosa. Por que você não compra alguma coisa para se
sentir melhor?
Ela: - Como o quê?
Ele: - Que tal uma viagem pela Europa?
Ela: - Não.
Ele: - Que tal um novo Mercedes?
Ela: - Não.
Ele: - Então, o que você quer?
Ela: - O divórcio.
Ele: (pausa) – Eu não estava pensando em gastar tanto dinheiro.
CAVALO
O SUJEITO estava lendo tranquilo o seu jornal, quando a mulher lhe dá com a frigideira na cabeça.
- Você está maluca? – reagiu ele furioso.
- Isso é pelo bilhete que eu encontrei no bolso da sua calça, com o telefone de uma tal de Marilu.- Mas querida... isso foi no dia em que eu fui à corrida de cavalos. Marilu foi o cavalo que eu apostei e o número era o valor da aposta.
A mulher ficou toda desconcertada e desdobrou-se em desculpas.
Dias depois, ele estava novamente lendo o seu jornal e pimba, leva outra frigideira na cabeça.
- O que foi agora, querida? – protestou ele.
- O seu cavalo está ao telefone.
terça-feira, 29 de março de 2011
segunda-feira, 28 de março de 2011
O SAMURAI
VIVIA PERTO perto de Tóquio um grande samurai, já idoso, que agora se dedicava a ensinar o zen aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.
Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por ali. Era famoso por utilizar a técnica da provocação: esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de uma inteligência privilegiada para reparar os erros cometidos, contra-atacava com velocidade fulminante. O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta. Conhecendo a reputação do samurai, estava ali para derrotá-lo e aumentar sua fama.
Todos os estudantes se manifestaram contra a ideia, mas o velho aceitou o desafio. Foram todos para a praça da cidade e o jovem começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive seus ancestrais. Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho mestre permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo- se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.
Desapontados pelo fato de o mestre ter aceito tantos insultos e provocações, os alunos perguntaram:
- Como o senhor pode suportar tanta indignidade? Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que poderia perder a luta, ao invés de mostrar-se covarde diante de todos nós?
- Se alguém chega até você com um presente e você não o aceita, a quem pertence o presente? - perguntou o velho samurai
- A quem tentou entregá-lo - respondeu um dos discípulos.
- Pois o mesmo vale para a inveja, a raiva, e os insultos - disse o mestre. Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo. A sua paz interior depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a calma, a não ser que você permita...
sexta-feira, 25 de março de 2011
LIGA DAS NAÇÕES
- Aliemo-nos e cacemos juntos, repartindo a presa irmãmente, de acordo com os nossos direitos.
- Muito bem! - exclamaram os convidados. - Isso resolve todos os problemas da nossa vida.
E sem demora puseram-se a fazer a experiência do novo sistema. Corre que corre, cerca daqui, cerca dali, caiu-lhes nas unhas um pobre veado. Diz a onça:
- Já que somos quatro, toca a reparti-lo em quatro pedaços.
- Ótimo!
Repartiu a presa em quatro partes e, tomando uma, disse:
- Cabe a mim este pedaço, como rainha que sou das florestas.
Os outros concordaram e a onça retirou a sua parte.
- Este segundo também me cabe porque me chamo onça.
Os sócios entreolharam-se.
- E este terceiro ainda me pertence de direito, visto como sou mais forte do que todos vós.
A irara interveio:
- Muito bem. Ficas com três pedaços, concordamos (que remédio!); mas o quarto tem que ser dividido entre nós.
- Às ordens! - exclamou a onça. - Aqui está o quarto pedaço às ordens de quem tiver a coragem de agarrá-lo.
E arreganhando os dentes assentou as patas em cima.
Os três companheiros só tinham uma coisa a fazer: meter as caudas entre as pernas. Assim fizeram e sumiram, jurando nunca mais entrar em Liga das Nações com onça dentro.
Monteiro Lobato
Esta fábula satiriza a hipocrisia das grandes nações (representadas pela onça), que falam em pactos e acordos, mas, na hora H, empregam a força para fazer prevalecer seus interesses.
- Muito bem! - exclamaram os convidados. - Isso resolve todos os problemas da nossa vida.
E sem demora puseram-se a fazer a experiência do novo sistema. Corre que corre, cerca daqui, cerca dali, caiu-lhes nas unhas um pobre veado. Diz a onça:
- Já que somos quatro, toca a reparti-lo em quatro pedaços.
- Ótimo!
Repartiu a presa em quatro partes e, tomando uma, disse:
- Cabe a mim este pedaço, como rainha que sou das florestas.
Os outros concordaram e a onça retirou a sua parte.
- Este segundo também me cabe porque me chamo onça.
Os sócios entreolharam-se.
- E este terceiro ainda me pertence de direito, visto como sou mais forte do que todos vós.
A irara interveio:
- Muito bem. Ficas com três pedaços, concordamos (que remédio!); mas o quarto tem que ser dividido entre nós.
- Às ordens! - exclamou a onça. - Aqui está o quarto pedaço às ordens de quem tiver a coragem de agarrá-lo.
E arreganhando os dentes assentou as patas em cima.
Os três companheiros só tinham uma coisa a fazer: meter as caudas entre as pernas. Assim fizeram e sumiram, jurando nunca mais entrar em Liga das Nações com onça dentro.
Monteiro Lobato
Esta fábula satiriza a hipocrisia das grandes nações (representadas pela onça), que falam em pactos e acordos, mas, na hora H, empregam a força para fazer prevalecer seus interesses.
terça-feira, 22 de março de 2011
PIADAS
O SUJEITO estava prestando um concurso para carteiro. A primeira questão da prova era uma pergunta sobre a distância entre a Terra e a Lua. Ao lê-la, ele levantou-se e devolveu a prova em branco para o examinador:
- Se é para trabalhar nesse percurso, eu desisto do emprego.
O PREÇO DE UMA CARTA
MANUEL resolve falar com o carteiro, para tirar uma dúvida:
- Por gentileza, quanto custa mandar uma carta pelo correio?
- Ah, só uns 15 centavos.
- Hum...e o baralho inteiro?
BÊBADOS GAGOS
TINHAM dois bêbados gagos.Um perguntou para o outro:
- E a-aii, voc-cê g-gosta de-e fofoca?
E o outro:
- N-não, pre-eefi-iro pin-pinguim.
BÊBADO PEDINDO ESMOLA
O MENDIGO bêbado chega e pede uma esmola para a senhora. E ela fala para ele:
- Ao invés de pedir esmola, por que você não vai trabalhar?
E ele responde:
- Dona, eu tô pedindo esmola, não conselho.
sábado, 12 de março de 2011
A HISTÓRIA DO MENINO QUE PERDEU UM SORRISO
de movimento de carros, havia um lindo pôr-de-sol. Havia ares de civilização sem contrastar, porém, com a bucolidade de grama e arvoredos. Havia uma fábrica, na qual trabalhava um bobo. Um bobo da corte, que não era, of course, a do King Arthur. Homem-menino, ele era página de humor na incessante fábrica de letras. Afinal, trabalhar, mais do que uma atividade produtiva, era para ele também lazer. Sorria e raras vezes exibia uma cara fechada, cara de tilda (!?).
Certo dia apareceu no canteiro de obras uma flor diferente. Daquelas que não se fazem notar, mas são notáveis. O menino sem juízo foi se aproximando e a menina dos cachinhos idem. Uma ajuda aqui, um pedido ali, uma conversinha acolá, eles foram se cativando, raposa e princesa. Quando menos o maluquinho esperava, aquele sorriso carinhoso da menina dos cabelos-caracol já era festa, uma coisa especial, aguardada, querida.
Mas não há mal que sempre dure, nem bem que nunca se acabe. O dragão da inveja, do veneno, se atirou nas línguas de algumas pessoas do reino das colunas, corroendo o espírito love da menina dos cabelos-cascata. She felt a lot. Ela enrijeceu seu coração, que ficou sem cor e ação, armadura-X, defesa de uma amazona do Zodíaco, pétalas de Quero-Paz. No casulo, o sorriso se emaranhou, se prendeu, sumiu. Give it to no one.
O menino louquinho logo percebeu. E sofreu. Heart broken. Antes, ele não sabia o quão importante era ver aqueles dentes amigos à mostra. Sorriso sincero.
Sem sorriso, como contar-lhe suas novidades (ou mesmo suas little pumpkins) e ouvir as dela? Em boca fechada não entra amigo. E como entender a perda de um sorriso? O menino chato, menestrel de araque, arauto das piadas sem graça, procurou apoio de outras fontes, que certamente lhe deram de beber, como a lovely Cris-ântemo. Foi um alívio, mas não aplacava a sede de um sorriso especial, como para o Pequeno Príncipe era o riso de bilhões de estrelas, traduzido no doce tilintar de guizos.
O tempo, mestre de da magia, Senhor de todas as curas, porém, não demorou a despejar com leveza, como os acordes de uma melodia angelical, a areia quente e fraterna da bonança-pós-tempestade. Sem mais, nem menos, nem + ou -, ficou tudo =. O sorriso especial estava de volta: give it to me! Back to the present. De onde nunca deveria ter saído.
Certo dia apareceu no canteiro de obras uma flor diferente. Daquelas que não se fazem notar, mas são notáveis. O menino sem juízo foi se aproximando e a menina dos cachinhos idem. Uma ajuda aqui, um pedido ali, uma conversinha acolá, eles foram se cativando, raposa e princesa. Quando menos o maluquinho esperava, aquele sorriso carinhoso da menina dos cabelos-caracol já era festa, uma coisa especial, aguardada, querida.
Mas não há mal que sempre dure, nem bem que nunca se acabe. O dragão da inveja, do veneno, se atirou nas línguas de algumas pessoas do reino das colunas, corroendo o espírito love da menina dos cabelos-cascata. She felt a lot. Ela enrijeceu seu coração, que ficou sem cor e ação, armadura-X, defesa de uma amazona do Zodíaco, pétalas de Quero-Paz. No casulo, o sorriso se emaranhou, se prendeu, sumiu. Give it to no one.
O menino louquinho logo percebeu. E sofreu. Heart broken. Antes, ele não sabia o quão importante era ver aqueles dentes amigos à mostra. Sorriso sincero.
Sem sorriso, como contar-lhe suas novidades (ou mesmo suas little pumpkins) e ouvir as dela? Em boca fechada não entra amigo. E como entender a perda de um sorriso? O menino chato, menestrel de araque, arauto das piadas sem graça, procurou apoio de outras fontes, que certamente lhe deram de beber, como a lovely Cris-ântemo. Foi um alívio, mas não aplacava a sede de um sorriso especial, como para o Pequeno Príncipe era o riso de bilhões de estrelas, traduzido no doce tilintar de guizos.
PIADAS
ÍNDIOS
UM MOTORISTA bêbado estava na contramão numa rua de mão única, quando um policial o deteve:
- Você não viu a seta, rapaz?
- A seta? – respondeu, incrédulo, o jovem bêbado. – Pois eu não vi nem os índios.
CONTAGEM REGRESSIVA
O MÉDICO chega para o paciente e diz:
- Lamento informar, mas o senhor vai morrer dentro de pouco tempo.
- Oh, meu Deus! Que notícia horrível! Quanto tempo eu ainda tenho de vida?
- Dez.
- Dez o quê? Dez meses, dez semanas?
- Nove... oito... sete... seis... cinco...
VASSOURA QUEBRADA
DOIS AMIGOS, há muito tempo sem se verem, conversam:
- Estou casado há um ano e já não agüento mais minha sogra. Ela inferniza nossas vidas.
- Pois eu também estou casado há um ano e minha sogra caiu do céu.
- Que é isso? Ela é tão boa assim?
- Não, a vassoura quebrou.
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